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CURSOS DE VERÃO/OUTONO CBM/FLADEM/Fladem Brasil 2022
Os cursos estão acontecendo aos sábados das 9h às 12h, com 3h de carga horária no certificado. As inscrições são realizadas através da plataforma Sympla e os cursos online estão no valor de R$55 para inscrições padrão ou R$45 para alunos do CBM (matriculados 2022) e associados ao FLADEM em 2022 (Lote 1/antecipado). O próximo curso será no sábado dia 05 de março com a Professora Marilda Castanha (MG) e a inscrição deste curso será em nossa página na Sympla: https://www.sympla.com.br/poscbmfladem
Sobre o FLADEM: http://fladem.info/ Sobre o Fladem Brasil: https://www.fladembrasil.com.br/
MARÇO
5 Marilda Castanha (MG). As Narrativas Visuais no Livro Ilustrado
Neste curso/ oficina pretendemos, entre diferentes abordagens, conceituar, refletir e compreender as narrativas visuais de uma imagem. E mais especificamente observar a importância (e o porquê) de cada um dos elementos que compõem o objeto livro, como por exemplos: o formato, a capa, recortes, facas, paratextos, projeto gráfico, dobras da página, elementos visuais, técnica, composição, contraste, ritmo, foco narrativo, cor etc e etc. O fundamental, na nossa abordagem, é a compreensão de que os dois argumentos (o visual e o verbal), no livro ilustrado, estão a serviço do criador do livro, e podem também serem grandes aliados do leitor.
Marilda Castanha formou-se em 1989 na Escola de Belas Artes da UFMG (BH). Desde 1987 se dedica à Literatura para a Infância e já trabalhou com várias editoras brasileiras. Participou de diferentes edições das mostras de Ilustração em Bratislava e Sarmede. A partir de 1992 teve seus primeiros trabalhos publicados como autora. Ao longo de sua trajetória, vários títulos de sua autoria foram premiados e/ou selecionados pela FNLIJ (Fundação Nacional do Livro Infanto Juvenil) e pela Revista Crescer. Em 2012 seu livro Mil e uma estrelas, da Editora SM, foi selecionado para a lista White Ravens da Biblioteca Infanto Juvenil de Munique, e com o mesmo livro ganhou o Prêmio Jabuti de Ilustração, concedido pela CBL (Câmara Brasileira do Livro). Anos antes, com o livro Pindorama terra das Palmeiras recebeu também o terceiro lugar do Prêmio Jabuti. Em 2017 seu livro Sem fim (Editora Positivo) foi premiado na categoria Island Purple, no Nami Concours, na Coréia do Sul. Atualmente vive e trabalha em sua casa/ateliê, em Santa Luzia, na região metropolitana de Belo Horizonte.
12 Roberta Forte (SP). Para musicar: escutar e criar
Seja no meio digital ou presencial, o despertar para a música acontece por intermédio da escuta. Conduzir a criança pelo caminho dos sons de forma apreciativa e lúdica, requer do condutor uma pesquisa a respeito das suas próprias relações com as sonoridades que o rodeiam, suas formas de aprendizado e dos entendimentos que faz de suas referências. É a conscientização desses fatores que dará ao educador, material para criar suas práticas de ensino. Por outro lado, ser conduzido por um caminho nunca antes percorrido gera reações ás vivências propostas que podem ou não ser aceitas de forma positiva pelo educando; neste caso, o educador terá uma outra fonte auxiliadora na criação de suas práticas. Assim, ensinar e aprender, são caminhos paralelos que se cruzam nas trocas e nas vivências, e que propiciam experiências transformadoras que muito contribuem para a formação, tanto do educando quanto do educador. O curso “Para musicar: escutar e criar”, pretende refletir a respeito deste lugar do educador aprendiz, da escuta não só dos sons, mas também dos modos dessa escuta aplicados à criação. Mostrar, por meio de exemplos, a importância da criatividade no ensino e no aprendizado musical; o quanto as práticas criativas ajudam a pensar alternativas para momentos emergenciais, como foi o caso da pandemia, colocando o educador em um eterno estado de aprendiz.
Roberta Forte é educadora musical, atriz, regente, compositora, preparadora vocal, diretora musical e sonoplasta. Mestra em Educação Musical pela UNESP, sob orientação da Prof. Dr. Marisa Fonterrada, graduada em Licenciatura Plena em Música pela Faculdade de Artes Alcântara Machado (FAAM – São Paulo). Em sua docência, transita musicalmente pelo teatro, dança e literatura, interagindo e por vezes integrando essas artes, vivenciando e desenvolvendo pesquisas. A maior parte de sua produção é dedicada ao público infantil, juvenil e à educação, por meio de projetos, composições, cursos, gravações e shows. Coordenou projetos socioculturais nos estados de São Paulo e Espírito Santo. Atua como capacitadora musical para educadores de rede pública e privada, realiza palestras, oficinas, cursos e consultorias relacionadas à educação musical. Participa do G-PEM – Grupo de Pesquisa em Educação Musical (UNESP). É integrante da Orquestra do Corpo, fundada por Fernando Barba (Barbatuques) e atualmente regida por Stenio Mendes, e desenvolve uma pesquisa artística interdisciplinar voltada para a primeira infância com o projeto Ateliê Cênico Musical.
19 Música corporal com Keith Terry (EUA)
Música corporal,também conhecida como Percussão Corporal, é a mais antiga música do planeta. Antes que as pessoas cavassem troncos e batessem em pedras, eles estavam usando seus corpos para bater, bater palmas, cantar, estalar e grunhir suas ideias musicais. Existem muitas Músicas Corporais tradicionais no mundo, desde o “Hambone” afro-americano e as palmas “Flamenco” até a música etíope feita na de axila “Sumatra Saman”. Desde 1978 Keith Terry desenvolveu um estilo de Música Corporal baseado em sua formação como baterista de jazz, bem como seus anos de estudo intensivo e colaboração com sistemas rítmicos mundiais. Em nosso workshop de 3 horas, iremos:
– Explorar alguns desses estilos tradicionais de Música Corporal, observando o significado histórico e cultural
– Fazer um levantamento do cenário da música corporal contemporânea sob a ótica do Festival Internacional de Música Corporal (fundado em 2008)
– Aprender o básico dos Blocos de Ritmo de Keith Terry, um sistema de fácil acesso para mapear o corpo rítmico, que é uma ferramenta útil para educadores musicais que trabalham com alunos de todas as idades.
Keith Terry percussionista / dançarino / educador cuja visão artística transita na linha entre música e dança há mais de quatro décadas. Como solista, já se apresentou no Lincoln Center, Bumbershoot, All Things Considered e Morning Edition da NPR, The World, do PRI, Vienna International Dance Festival, e o Paradiso van Slag do World Drum Festival, em Amsterdã. Como produtor, fez 5 CDs e 4 DVDs para a Crosspulse Media. De 1998 a 2005, Keith fez parte do corpo docente do Departamento de Artes e Culturas Mundiais da UCLA, onde projetou e ministrou vários cursos sobre a relação entre música e dança; escuta profunda; sincronicidade, tempo e tempo; e comunicação intercultural nas artes. Em 2006, concebeu e dirigiu o primeiro International Body Music Performance Project para o Instituto Orff em Salzburg. Keith faz turnê anualmente nas Américas, Ásia e Europa, onde suas apresentações de música corporal, oficinas, residências e comissões coreográficas são conhecidas entre artistas profissionais e educadores. Keith Terry é Diretor Fundador da Crosspulse, uma organização de artes com 32 anos, com sede em Oakland, Califórnia, dedicada à música e dança interculturais baseadas no ritmo. Keith é também o diretor fundador / artístico do projeto Crosspulse: International Body Music Festival (IBMF), festival anual de 6 dias que explora a linguagem da música corporal de cultura para cultura. Desde 2008, o IBMF foi produzido em San Francisco / Oakland, EUA; São Paulo/ Brasil; Istambul/ Turquia; Terni/ Itália; Bali/ Indonésia; Paris/ França; Atenas/ Grécia; Quebec/ Canadá; Gana/ África. http://www.crosspulse.com/http://www.internationalbodymusicfestival.com/
26 Doug Friesen (Canadá). Pedagogias do som e da escuta: tributo em homenagem ao nosso Murray Schafer
Vamos tentar, compartilhar e adaptar as pedagogias sonoras e auditivas de Murray Schafer. Ouviremos profundamente uns aos outros, nossos ambientes e pensaremos juntos no que esses exercícios, jogos e práticas podem oferecer aos alunos e comunidades de nossas salas de aula. Espero que o som crítico e as pedagogias auditivas possam ajudar a subverter a centralização contínua da música da Europa Ocidental na educação musical.
Douglas Friesen é educador musical, pesquisador e músico baseado em Toronto. Ele acredita que ouvir é um ótimo ponto de partida para ensinar e aprender e que a atenção aos sons do dia a dia de nossos alunos pode oferecer maneiras de ensinar música de forma mais equitativa.
ABRIL
02 Arthur Dutra (Rio)
09 Ana Cristina Rossetto e Iara Jamra (SP). Contando e sonorizando histórias: Uma experiência de expressão e integração entre linguagens
Contar e narrar histórias é um ato que tem acompanhado a humanidade através dos tempos. A narração de histórias propicia uma experiência singular de interação e intimidade entre crianças e adultos, na qual a imaginação atua na construção do conhecimento. No âmbito da educação é meio de aproximação e fortalecimento do vínculo entre aprendizes e professores e possibilita o contato, compartilhamento e elaboração de afetos e emoções. Integrar sonorização e contação é ampliar possibilidades. É articular e conectar as dimensões expressiva, afetiva e cognitiva e multiplicar sentidos. É criar um território propício à integração entre as linguagens artísticas e à interdisciplinaridade em relação a outras áreas de conhecimento. Nesta Oficina, Ana Cristina e Iara irão compartilhar experiências e abordar questões como:- O ato de narrar. – Repertório e escolha. O que contar? Para quem e por que contamos? – Modos de narrar e contar. – Mitos, lendas, contos de tradição oral, textos literários, e as questões de fidelidade ao texto, adaptação e improvisação. – Sonorização, trilha ou sonoplastia? – O território da invenção: jogos de ficcionar e compor. – Ensaio de contação compartilhada. – Adaptação de recursos e ressignificação de objetos: fontes sonoras, adereços, cenários, figurinos. Da sucata ao som e aos elementos cênicos. – Expressão sonora, vocal, facial e corporal – pistas e dicas de exploração e desenvolvimento. – A escuta das crianças: importância de colher suas interpretações, questões e hipóteses. – Narração, contação e as possibilidades de conexão entre áreas de conhecimento. – Compartilhamento de reflexões.
Ana Cristina Rossetto e Iara Jamra, trabalharam juntas na EMIA – Escola Municipal de Iniciação Artística de SP. Iara deixou a escola para se dedicar à sua carreira artística, e Ana Cristina permaneceu na EMIA, conjugando sua atividade pedagógica à de musicista. Porém continuaram a atuar juntas em oficinas e projetos, a trocar ideias sobre arte, educação e criação e a aprender uma com a outra, como no projeto de contar e sonorizar histórias em parceria, que deu origem à Companhia Jabutikaba, criada por elas em 2021.
Ana Cristina Rossetto. Musicista, educadora musical, pesquisadora. Professora da EMIA desde sua fundação até 2012, foi também coordenadora da área de música e assistente artístico da escola. Doutora e Mestre em Educação, bacharel em Composição. Pesquisa e escreve sobre as relações entre música, educação e integração de linguagens.
Iara Jamra Tem atuado em teatro, cinema, novelas e programas infantis como Rá-Tim-Bum e Castelo Rá-Tim-Bum. Produziu e montou o monólogo O Caderno Rosa de Lori Lamby, adaptação da obra homônima de Hilda Hilst, com direção de Bete Coelho. Como arte-educadora, participou da idealização e criação do projeto Pinturas Gigantes e do Projeto Baguncinha, no RJ e em SP.
23 Mônica Thiele Waghabi (São Paulo). A voz da escuta
A voz é instrumento primordial que está sempre conosco, do qual podemos lançar mão a qualquer momento. Voz é corpo, corpo é som, som somos nós. Quantas brincadeiras, explorações, descobertas estão disponíveis a partir da voz? A escuta pode ser considerada um dos principais instrumentos do músico. A escuta das melodias, dos ritmos, da harmonia, do timbre faz parte do nosso dia a dia. Mas há uma outra escuta que é fundamental na pedagogia musical e na vida: a escuta de si e do outro. Essa oficina propõe a experimentação dessa voz e dessa escuta a partir do espaço interno que se apresenta no ato de silenciamento para acolhimento do som do outro e do próprio som.
Mônica Thiele Waghabi é cantora, mentora de canto integrativo, terapeuta floral de Bach e pós-graduanda em Psicologia Transpessoal. Atua em trabalhos individuais e coletivos de canto desde o início da década de 1990, acompanhando e facilitando processos de desenvolvimento pessoal e conexão das pessoas com a própria expressividade. É idealizadora e coordena, juntamente com Joana Mariz e Mônica Marsola, o coletivo Vocal SP. Artisticamente, foi arranjadora, cantora e fez direção musical do Vésper Vocal, grupo vocal feminino a cappella dedicado à música popular brasileira, de 1991 a 2014. Em paralelo, integrou o Coro da Orquestra Sinfônica do Estado de SP de 1995 a 2004, onde assumiu por alguns anos a monitoria do grupo. Atualmente, integra duo com o guitarrista Diego Beirão cuja tônica é a pesquisa de sonoridade guitarra-voz em músicas do cancioneiro brasileiro. Foi responsável pela elaboração do livro póstumo “Vozes do Magro”, de Magro Waghabi, com discografia comentada dos 15 primeiros LPs do MPB4 e transcrição de arranjos vocais do grupo; e coorganizadora do livro “Samuel Kerr: arranjos corais”, recém-lançado.
30 Elisio Freitas (CBM)
MAIO
07 Marisa Fonterrada (UNESP) Voz, canto e fantasia como meios de musicalização
Neste curso, apresento propostas de canto como caminho de musicalização. Os exemplos todos são de minha autoria e se baseiam em histórias ou poesias cantadas. Alguns dos exemplos são muito simples e dedicados a crianças pequenas – de cursos de educação infantil. Outros dirigem-se a crianças maiores, de sete anos em diante, que já podem atuar em um coro, e cantar a duas ou três vozes. Há ainda outra história, escrita para coros de diferentes faixas etárias – infantil, juvenil e adulto. A ideia é motivar o encontro dessas pessoas em um único projeto. Essas histórias fazem parte do livro “Conto enquanto canto”, de minha autoria e que pode ser adquirido diretamente com a autora, antes ou durante o curso.
Profa. Marisa Trench de Oliveira Fonterrada Livre Docente pela UNESP, Doutora em Antropologia e Mestre em Psicologia da Educação (PUCSP), Bacharel em Música pelo IMSP. Professora Colaboradora do Programa de Pós-graduação em Música do IA/UNESP. Ex-Diretora do IA/Unesp e da Escola Municipal de Música de São Paulo. Criadora da EMIA – Escola Municipal de Iniciação Artística e da ETEC de Artes do Centro Paula Souza, em São Paulo. Ex-Coordenadora do Coral da Unesp e do Projeto Educação Musical pela Voz. Coordenadora do G-PEM – Grupo de Pesquisa em Educação Musical IA/ Unesp, certificado pelo CNPq, desde 1997. Autora de livros e artigos sobre música, educação musical e ecologia acústica; tradutora de Murray Schafer desde 1991. Últimas publicações: Conto enquanto canto (UFMG, 2021); Passaredo – os voos da voz na educação musical (Org., ao lado de Paula Molinari e Samuel Pontes, UFMA, 2021) e Caleidoscópio: lindas formas de ver, sentir e ouvir. In: Moura, Paulo Celso e Wahgabi, Monica. Samuel Kerr: arranjos corais (Ed. L. Melara, 2021).
14 Claudia Freixedas (Projeto Guri, SP). Propostas criativas e colaborativas para o ensino da flauta doce.
Através de experiências significativas e momentos de reflexão, pretende-se demonstrar uma abordagem didática que desenvolva tanto a técnica tradicional quanto a contemporânea, desde o início do aprendizado da flauta de fazer e escutar música através das possibilidades expressivas da flauta doce. Os participantes serão convidados a explorar novas sonoridades na flauta, também chamadas de técnicas estendidas, de modo lúdico e a experimentar alguns procedimentos da música contemporânea, como jogos de improvisação, além da apreciação de algumas obras específicas, por meio de atividades colaborativas, promovendo uma aproximação com o repertório dos séculos XX e XXI, as técnicas estendidas e as notações gráficas para flauta doce que podem ser utilizadas com alunos de qualquer nível.
Claudia M. Freixedas. Educadora musical e flautista doce. Graduada e Mestre em Música pela ECA-USP. Especialista em Capacitação docente em Música Brasileira pela Anhembi Morumbi e estudou no Conservatório Real de Haia-Holanda (1992-1994). Superintendente Educacional da Sustenidos, gestora do Projeto Guri e do Conservatório de Tatuí. Foi professora na EMIA-SP de 2000 a 2012, na faculdade FIAM- FAAM de 2009 a 2015 e na Faculdade Cantareira de 2011 a 2020. Atua na formação de professores de música, além de ministrar oficinas de flauta doce e sua didática em diversos festivais e encontros musicais no Brasil e América Latina. Atua como camerista nos grupos Doces diálogos, Trio Sospirare, entre outros.
21 Silmara Drezza (SP). Instituto Baccarelli – Uma trajetória de formação e transformação por meio da música.
Ementa: “Um relato de experiência através de um olhar nos últimos 20 anos”. O Instituto Baccarelli é uma entidade que promove ensino musical para crianças e adolescentes da comunidade de Heliópolis (SP) visando a excelência musical, a formação de cidadãos conscientes e responsáveis. Atualmente atende cerca de 1.200 alunos a partir dos 4 anos de idade, e desenvolve um programa de canto coral a partir dos 7 anos, dividido em níveis de desenvolvimento. Além disso, este sistema de ensino conta com aulas de expressão cênica, preparação vocal e leitura musical através de um processo possível e natural.
Silmara Drezza. Formada em Licenciatura Plena em Música pela Faculdade de Música Carlos Gomes-São Paulo e em piano pelo Instituto Gomes Cardim-Campinas. Participou da formação para professores em Pedagogia Musical na Ecole de Musique Martenot e Chalons Sur Marne (França), Creating Artristy Butler University (EUA) com Maestro Henry Leck, Primer Taller de Formation de Directores Corales- Caracas (Venezuela) com Maria Guinand e Alberto Grau, dentre outros workshops com renomados maestros no Brasil. Aluna do Programa de Pós-Graduação em Música da Universidade de Campinas- Unicamp. Desde 2002 é Regente do “Coral Infantojuvenil ThyssenKrupp de Campo Limpo Paulista” e do Coral Heliópolis do Instituto Baccarelli, onde também atua como coordenadora pedagógica da área coral.
28 Glauber Resende (UFRJ)
JUNHO
04 Bia Bedran (RJ)
11 Carolina Magalhães (França)
18 Andrea Tejera Iriarte (Uruguai). A prática reflexiva na educação musical: um espaço para pensar e fazer didática.
O curso é concebido como um espaço de reflexão sobre os aspectos que conduzem à construção metodológica que os professores de Educação Musical realizam em suas salas de aula. Ele se fundamenta na importância de gerar novos conhecimentos didáticos a partir da reflexão sobre as práticas de ensino-aprendizagem, como também, na necessidade de levar a cabo possíveis ações docentes para a transformação das práticas em busca de melhores aprendizagens musicais dos estudantes. Trabalharemos a partir da análise das propostas de aula, o planejamento e implementação à luz da teoria didática que as sustentam. Além disto, se analisará investigações atuais sobre Educação Musical realizadas na região, evidenciando a construção de conhecimento em torno das concepções metodológicas e as relações com os diferentes paradigmas e modelos didáticos.
Temário: Curriculum na aula de música, planejamento, metodologias, modelos. Construção metodológica e configurações didáticas. Teoria e prática didática na música. Linhas de investigação didática na Educação Musical.
Andrea Tejera Iriarte. Doutoranda em Educação pela Universidade ORT-Uruguai. Mestra e Especialista em Didática da Educação superior (Universidade CLAEH-Uruguai). Formada em Educação Musical pelo Instituto de Professores Artigas (Uruguai). Pós-graduada em Educação Artística (OEI, MEC) e em Práticas Educativas em entornos virtuais de aprendizagem (FLACSO). Possui estudos musicais em Piano, Clave e Flauta Doce realizados em diversas instituições de Montevidéu e Buenos Aires (Argentina). Atualmente, se desempenha como docente de Educação Artística e Expressão Musical no Instituto de formação docente, “Magistério” (para o ensino fundamental) e Didática da Educação Musical na formação de professores no “Professorado Semipresencial” e “Instituto de Professores Artigas” no Uruguai (para segundo grau). Faz parte do corpo docente do “Programa Educação em Universidade” (CLAEH-Montevidéu). Realizou publicações sobre Educação Musical em revistas científicas e didáticas. Lecionou em cursos de formação de graduação e pós-graduação em instituições universitárias e de formação docente. Faz parte da equipe de trabalho do FLADEM Uruguai e palestrou em diversos congressos e jornadas educativas.
25 Mayumi Takai (ABRAORFF)

